A tour arranca precisamente em território nacional, com datas marcadas para 1 de outubro, no Tokyo Bar, em Lisboa, 2 de outubro, no Festival Faro Alternativo, e 3 de outubro, no Atelier A Fábrica, em Coimbra. Seguem-se concertos no Reino Unido, Países Baixos, Bélgica, França, Suíça e Alemanha, num total de 21 datas.
Formados em São Paulo, os Asfixia Social construíram o seu percurso a partir de uma mistura pouco convencional de punk rock, rap, hardcore, ska, metal e ritmos brasileiros, sempre com uma forte componente política e social. A banda tem mantido uma presença regular na cena independente, tanto no Brasil como fora do país, e já passou por palcos como o Rebellion Festival, no Reino Unido, o The Underworld, em Londres, além de várias digressões pela Alemanha, França, Países Baixos, Luxemburgo e Portugal.
Em 2026 editaram Mess Bigger, o trabalho mais recente, produzido por Pedro Garcia, conhecido pela ligação aos Planet Hemp. O disco aprofunda a combinação entre peso, cultura de rua, ritmos brasileiros e intervenção social, com temas como Revolutionary Rapport e Baião de Dois a mostrarem uma banda que continua a expandir a sua sonoridade sem perder a ligação às raízes punk e DIY.
Esta nova passagem pela Europa surge depois de um período particularmente ativo, que incluiu digressões com nomes como The Varukers e Los Fastidios, além de participações em festivais independentes no Brasil e na Europa.
Para o público português, outubro traz assim três oportunidades consecutivas para ver os Asfixia Social ao vivo, numa digressão que volta a aproximar a banda brasileira dos circuitos punk, hardcore e alternativos europeus.